domingo, 3 de julho de 2011

O que é o Projeto Vida por Vidas? JOVENS ADVENTISTAS DE UMBURANAS


O que é o Projeto Vida por Vidas? JOVENS ADVENTISTAS DE UMBURANAS

"Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." João 15:13



"Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber." Atos 20:35



O Projeto Vida por Vidas é simples, tão simples que só poderia ter saído diretamente do coração de Deus. Trata-se de um projeto de doação de sangue realizado anualmente pela juventude da Igreja Adventista do Sétimo Dia.





Você deve estar se perguntando: O que tem isto de especial? Muita gente doa sangue, empresas mobilizam seus funcionários, escolas seus alunos, associações de bairro, “rotaries”, enfim, quase que uma infinidade de entidades mobilizam a sociedade para a doação de sangue. Propagandas são feitas na mídia para que pessoas sejam mobilizadas para este fim, mas na maioria das vezes os objetivos não são alcançados: suprir a demanda crescente dos deficitários estoques de sangue nos hospitais e hemocentros na América do Sul e mundo afora.



Agora, porém, vem a inspiração divina. Inspiração que transforma o comum e o corriqueiro em algo incomum, com um alcance sem precedentes sobre a mente e o coração dos jovens e adultos, causando uma repercussão junto a mídia jamais experimentada pelos diversos departamentos da Igreja.





Vamos nos mobilizar e transformar a vida de muitas pessoas nesta Páscoa. Sim, na Páscoa, onde o mundo cristão comemora a morte de Jesus, dando todo o Seu sangue pela salvação da humanidade: “ELE DEU TUDO PARA VOCÊ DOAR UM POUCO”.





Como disse o ex-governador do Estado do Rio Grande do Sul – Brasil, Dr. Germano Rigotto – “Nossa, como ninguém havia pensado nisto antes !”. A vinculação da morte de Cristo na cruz com a doação de sangue para salvar vidas tornou o projeto receptivo a todas as pessoas. São dezenas, centenas e milhares de jovens “invadindo” hospitais e hemocentros com o único objetivo de fazer uma corrente do bem para beneficiar o próximo.

Envolva-se! Participe você também!











Agradecimento especial a Câmara de Vereadores de Umburanas por doar o CARRO.

Banda larga a R$ 35 estará disponível em até 90 dias

Agência Estado
As empresas de telefonia começarão a ofertar, a partir do final de setembro, um serviço de acesso rápido à internet para os consumidores brasileiros. O compromisso para efetivar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), uma das promessas de campanha da presidente Dilma Rousseff, foi assinado nesta quinta-feira, 30, e anunciado pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
A assinatura mensal de R$ 35 é o preço que será cobrado pelas empresas, independentemente se o serviço disponível for de banda larga fixa ou móvel. Bernardo fez questão de frisar que o usuário não estará obrigado a contratar outros serviços, como uma linha de telefone fixo, para ter acesso à banda larga popular. A oferta estará disponível em até 90 dias. Assinaram o acordo as concessionárias de telefonia fixa Oi, Telefônica, Sercomtel e CTBC.
Os serviços, porém, terão um limite para baixar arquivos da internet (download), que variam de acordo com a proposta de cada empresa. No caso da Telefônica, por exemplo, o limite é de 300 Mbps na banda larga fixa e de 150 Mbps na móvel.

Jacobina: Para polícia, homem encontrado em hotel foi assassinado

A Polícia Civil de Jacobina, através do Delegado Titular Kleber Azevedo, acaba de informar que Guimar de Oliveira Menezes, de 34 anos de idade, conhecido por Bolinha, encontrado morto ontem num hotel no bairro da Missão, foi vítima de homicídio. A principio, pensava-se que Bolinha teria sofrido um infarto, mas o laudo da perícia técnica constatou que ele foi morto, possivelmente, por espancamento, já que o corpo apresentava vários hematomas nos órgãos internos, além de um corte na cabeça.
Segundo o Dr. Kleber Azevedo, após o laudo do IML, ficou comprovado que a vítima foi espancada antes de morrer. “O assassino pode ter usado uma toalha, para evitar hematomas externos, mas na perícia ficou constatado o espancamento”, afirmou.
Guimar de Oliveira, que era natural do distrito de Umbuzeiro, no município de Mundo Novo, era promotor de eventos. Ele havia marcado um bingo para o povoado do Junco, no último final de semana. O bingo não aconteceu, o que teria causado revolta nas pessoas que compraram as cartelas.
O delegado Kleber Azevedo informou que as investigações já começaram com o objetivo de chegar ao autor ou autores do homicídio.
Fonte: Notícia Livre

Deputado Cláudio Cajado visita a cidade


OUROLÂNDIA: Deputado Cláudio Cajado visita a cidade, anuncia obras, Banco do Brasil e sinal da Vivo

O deputado Federal Cláudio Cajado (Dem) visitou a cidade de Ourolândia nesta quinta-feira, 30. À noite esteve na residência do empresário José Moreira, em seguida foi recepcionado pelo prefeito Cícero Oliveira, pelo presidente da Câmara de Vereadores Petrúcio Matos, secretários, empresários e por diversas lideranças políticas no Centro de Qualificação da Educação Pedro Edson, à Praça João Dantas de Carvalho.
Cajado, que é também presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal, fez um relato de todo seu empenho na luta pela implantação de uma agência do Banco do Brasil (BB) em Ourolândia e apresentou cópias de ofícios encaminhados ainda em 02 de junho de 2010 ao gerente geral da unidade de gestão de canais do Banco do Brasil solicitando audiência para já naquela oportunidade tratar do assunto. Em anexo consta também a resposta do gerente de Relacionamento Institucional do BB, Allan Lopes Santos, que responde de forma positiva ao deputado e informa que passava a ser prevista para o exercício de 2011 a instalação da agência em Ourolândia.
Cajado foi bastante aplaudido quando informou que o sinal da operadora Vivo, também por sua indicação, já estava funcionando em Ourolândia desde a tarde da quinta-feira, 30 e finalizou anunciando a alocação de recursos na ordem de R$ 800 mil para obras de pavimentação de ruas no município.
As boas notícias da noite comprovam mais uma vez que a sorte continua parceira do prefeito Cícero Oliveira. Bom para Ourolândia, melhor para o povo!
Da Redação

Nosso acarajé


Nosso acarajé, enfim, vai ganhar o mundo

Acarajé congelado foi desenvolvido com bastante pesquisa
O acarajé baiano, graças a um processo que permite comercializá-lo congelado, está pronto para ganhar o mundo definitivamente. O método, desenvolvido pelo administrador de empresas baiano Ubiratan Sales está sendo incubado em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi, do Sistema Fieb, e deve entrar em operação no próximo ano. Sales já vende acarajé congelado desde 2009 e tem gostado do resultado, ao ponto de desejar agora partir para a exportação. Até o ano passado, a fábrica da empresa Acarajé da Bahia produzia 33 mil unidades por mês. Este ano, o número pulou para 67 mil bolinhos mensais.
Somente com uma companhia aérea, a produção subirá de uma para três toneladas. “Estamos em praticamente todo o Brasil”, gaba-se Ubiratan Sales. “Hoje em dia, as pessoas estão querendo produtos cada vez mais prontos e mais rápidos”. O empresário conta que investiu R$ 80 mil em oito meses de testes para encontrar o modo de preparo ideal que permitisse o congelamento do acarajé sem perda de seu sabor e características nutricionais. A pesquisa contou com a participação de engenheiros de alimentos e orientação do Sebrae.
Com informações da Tribuna da Bahia

Argentina só empata com a Bolívia na estréia da Copa América



Por Éder Ferrari
O clima era todo favorável, mas, mesmo com a pouco cotada Bolívia, a Argentina não conseguiu por em prática o favoritismo absoluto e, em La Plata, suou para arrancar o empate por 1x1 na estréia da Copa América, que é sede. O craque Leonel Messi, não conseguiu se livrar da forte marcação e, com toda a responsabilidade nas costas, não conseguiu carregar sozinho. O brasileiro naturalizado boliviano, Edivaldo Rojas, abriu o placar. Em bela feitura, no sufoco, Aguero empatou.

sábado, 2 de julho de 2011

Morre o ex-presidente Itamar Franco, em São Paulo

Morreu aos 81 anos, acometido de pneumonia aguda, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O suplente Zezé Perrela (PDT) assumirá a vaga no Senado
Carlos Graieb, com reportagem de André Vargas
O ex-presidente Itamar Franco, de 81 anos, morreu na manhã deste sábado, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi hospitalizado em 21 de maio, quando os médicos diagnosticaram uma leucemia. A presidente Dilma Rousseff ofereceu o Palácio do Planalto para o velório, como é praxe no falecimento de ex-presidentes.
Devidamente adaptado, o verso de seu conterrâneo, o poeta Carlos Drummond de Andrade, poderia servir de epígrafe à carreira política de Itamar Franco: “Vai, Itamar! ser gauche na vida.” Desprovido de qualquer carisma, dono de um topete aborrascado, que fazia a alegria dos cartunistas, e um tanto ranzinza em sua mineirice simplória, ele parecia ser a pessoa errada no lugar errado quando assumiu a presidência da República, em 29 dezembro de 1992, na esteira de uma crise sem precedentes: o impeachment de Fernando Collor de Melo, de quem era vice. Em 25 meses no poder, Itamar contribuiu de maneira inesquecível para o anedotário político, ou advogando o relançamento de um carro ultrapassado, o Fusca, ou se transformando no único chefe de estado do mundo fotografado em público ao lado de uma mulher sem calcinha. Mas, para retomar o poema de Drummond, o anjo que o protegia, mesmo que torto, era anjo. E fez com que, por justiça, seja preciso atribuir a esse improvável presidente viúvo e namorador muitos dos méritos da fundação do Brasil atual, de economia estável e democracia consolidada. Da coragem e da necessidade de suas decisões nasceram as bases para o sucesso de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma.

Parte de um governo que desmoronou por causa da corrupção, Itamar Franco pôde cumprir o papel que a constituição lhe atribuía e assumir a presidência porque os escândalos da “república de Alagoas” jamais respingaram sobre ele. Empossado, conseguiu devolver à normalidade um país mergulhado na insegurança e ainda sobressaltado pela memória recente do regime militar, articulando um governo de coalizão com as principais forças partidárias. Itamar não transigiu nas questões éticas. Em 1993, demitiu seu amigo, braço-direito e ministro da Casa Civil, Henrique Hargreaves, por causa de uma suspeita de corrupção na confecção do orçamento. Inocentado, Hargreaves foi reconduzido à pasta três meses depois. Essa lição nunca foi repetida. 

Em 1995, ao deixar Brasília, dois dias depois da posse de Fernando Henrique, seu ministro da Fazenda, declarou-se satisfeito: “Combati o bom combate e guardei a minha fé. Cumprimos o nosso dever. Saio orgulhoso de ter tido uma transmissão que o país há muitos anos não assistia: fraterna, amiga e, sobretudo, democrática”. Desde a República Velha um presidente não elegia o sucessor. 

Outro grande mérito de Itamar foi lançar o plano Real, em 27 de fevereiro de 1994. Não é a paternidade intelectual do plano, obviamente, que pode ser creditada a esse político que pouco entendia de economia. Mas foi ele quem insistiu para que Fernando Henrique Cardoso (que notoriamente preferia continuar no governo como chanceler) assumisse o ministério da Fazenda. Preenchida a pasta, Itamar deu ao seu titular autonomia para montar uma equipe e implementar as mudanças que poriam fim ao flagelo da inflação colossal. Se "a habilidade executiva número um é escolher as pessoas certas e colocá-las nas posições certas", como diz o guru da liderança Jim Collins, Itamar agiu de forma impecável. E tinha razão em se mostrar magoado por não receber todo o crédito que, corretamente, julgava merecer. “Pensavam que o matuto aqui ia chegar fazendo bobagens. Achavam que a inflação ia disparar. Não é o que está acontecendo. O diabo não é tão feio quanto parece”, lembrou pouco antes de passar o governo a FHC, o ex-ministro que chegava à presidência surfando a onda de bonança do Real.

Itamar Franco nasceu em 28 de junho de 1930. Até sua mineirice era um pouco gauche: ele veio ao mundo a bordo de um navio de cabotagem que seguia do Rio de Janeiro para a Bahia, e foi registrado em Salvador. Formado em engenharia civil, tentou alçar voo na política aos 29 anos, mas não se elegeu vereador, pelo antigo PTB, em sua cidade, a mineira Juiz de Fora. Em 1962, tentou o cargo de vice-prefeito e perdeu de novo. Com o início da ditadura, a desistência da vida política não seria um demérito. Porém, foi aí que o Itamar mostrou quem poderia vir ser.

Filiado ao MDB, foi eleito prefeito de Juiz de Fora em 1968 e reeleito em 1972. O salto veio dois anos depois, quando renunciou para chegar ao Senado, na histórica vitória da oposição sobre a Arena, partido dos presidentes militares. Renovou o mandato em 1982, desta vez pelo PMDB, e foi um ardoroso defensor do derrotado movimento Diretas Já, que pregava a volta das eleições presidenciais. Nem seu temperamento, mais caprichoso que o recomendado para a política mineira, fez com que perdesse espaço. O falecido presidente Tancredo Neves, de quem foi aliado e adversário, dizia que Itamar conseguia guardar os ódios na geladeira. 

Na primeira eleição direta para presidente, em 1989, deixou o Senado para compor, como vice, a chapa azarona de Fernando Collor de Mello (PRN). Vitorioso, Collor sequer completou três anos no governo. Em outubro de 1992, o impeachment do titular abriu as portas para que o vice assumisse o comando.

Em 1998, três anos após deixar a presidência, Itamar foi eleito governador de Minas Gerais. Concorreu ainda a uma vaga no Senado em 2006, mas só garantiu uma cadeira em 2010, pelo PPS. Enquanto Sarney, Collor, Lula e FHC se mantêm como figuras de proa no Senado ou em seus partidos, Itamar foi o mais discreto entre todos os ex-presidentes. Manteve esse comportamento até o final. 

Ele foi internado em 21 de maio para tratamento quimioterápico da leucemia. O ex-presidente desenvolveu uma pneumonia durante a internação. Segundo boletim divulgado nesta sexta-feira pelo hospital, o senador estava sendo tratado com corticoesteróides em "altas doses". O boletim informava também que o tratamento surtiu efeito e exames apontavam "remissão completa" da leucemia. Ainda assim, ele não resistiu e sua morte foi anunciada na manhã deste sábado.